quinta-feira, 16 de outubro de 2008

INTIMIDADE DO AMOR

Minhas mãos cheiram a amor,
Cheiros de rosas, cravos e suor,
Loucuras fazemos até à saciedade,
Bendita sejas mulher-felicidade!

Dorme profundamente meu anjo,
Enquanto contemplo teu magro rosto,
Música ainda oiço de banjo,
Enquanto aos teus lábios os meus encosto!

Estaria assim pela vida inteira,
Disfrutando tua bela anatomia,
Acariciando teu angélico semblante.

De cada vez é vez primeira,
Amar-te parece uma eterna fobia,
Desejo, loucura ardente, ânsia constante!


(Antonio Luíz , in "VIDA: Paixão e tormento", 2008
Edições ECOPY )

1 comentário:

Nuno Brito disse...

António este texto reflecte muita ternura e sinceridade.