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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016


A não perder:

DIA 26, SEXTA-FEIRA
22h00 - Mesa 9
O escritor mente, o leitor acredita

Álvaro Laborinho Lúcio
Ana Luísa Amaral
Jaime Rocha
Javier Cercas
Mário de Carvalho
Carlos Quiroga-Moderador
×Cine-Teatro Garrett (sala principal)



DIA 27, SÁBADO
10h00 - Mesa 10
Quantos livros tem um livro

Carmo Neto
Cristina Valadas
João Paulo Sousa
Raquel Patriarca
Vergílio Alberto Vieira
João Gobern - Moderador
×Cine-Teatro Garrett (sala principal)

Programa Aqui

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Correntes d'Escritas 2014


 Isabel Pires de Lima, Ana Luísa Amaral e Golgona Anghel
Revista em homenagem a Maria Teresa Horta
 
José Almeida da Silva
 Manuel Jorge Marmelo prémio Correntes d'Escritas 2014





Não é para nos gabar, ou se calhar é, mas O nosso MAR que PARECE AZEITE esteve presente nas Correntes d'Escritas, que decorreu na Póvoa de Varzim - esse maravilhoso buraco do mundo - entre os dias 19 e 22 de Fevereiro.
Antes de mais, estivemos presentes na pessoa da nossa mentora, a poetisa Ana Luísa Amaral que, apesar da enorme constipação que levou consigo, fez duas magníficas intervenções. A primeira sobre Maria Teresa Horta, homenageada nesta edição das Correntes, e a segunda, na Mesa 4 com o tema “De correntes e cont(r)a-correntes se faz a Poesia”.
Foi por esta altura que ouvi a Ana Luísa dizer o nosso nome, depois de afirmar que a poesia se move em espaços que não podem ser controlados nem confinados, que escapam sempre à lógica habitual da linguagem e da vida biográfica, e que a poesia é verdade, no sentido de estar aberta para o ser, (e estou a citar mais ou menos livremente que é difícil tomar notas quando a cabeça só está importada em escutar e perder-se no que escuta), foi por essa altura, contava eu, que a Ana Luísa falou em e nós. Por sermos elos de uma corrente de pessoas presas umas às outras, sem razão nem lógica a não ser por essa outra corrente que é a poesia.
A correnteza dO MAR que PARECE AZEITE já arrasta muita gente e agradece a todos e, sobretudo, à Ansa Luísa que, sem razão nem lógica, nos reuniu e mantem juntos.

Raquel Patriarca
vinteequatro.fevereiro.doismilecatorze