quarta-feira, 29 de setembro de 2010

por tudo aquilo que ofertas desviado do humano




por tudo aquilo que ofertas desviado do humano
não reconheço margens nem limites –
abres as raízes em crescimento dentro de um rio
rodeada de líquen, itinerante e vaga
de olhos agudos e sensoriais retinas
na mistura de músicas e distintas melancolias –

e em cada dia que termina, conforme os quartos da Lua
mudas e mergulhas e vês o Mundo
na dilatada iluminação de íris e pupilas -

e iluminas -

1 comentário:

Marlene disse...

Agradeço-lhe José
Porque faz sempre desviar o olhar
Para tudo o que nos oferta

Beijinho