É como um ventre, a mesa
Pelas patas presa
Longe dos ventos de outros eus
Mas os outros são os outros
E os outros meus
Dedos de medos à janela
Acenam com o céu. Não.
Quero ser mesa e cair nela
Quero a certeza do que é seu.
Joana Espain e José Almeida da Silva