Tenho nome de princesa
quando me chamas
e sabor a ambrósia
quando me provas
sou o mais frágil cristal
quando me tocas
e a essência mais rara
quando respiras
sou poderosa Circe
quando me enfeitiças
e o mais doce bago
quando me beijas
...mas na tua ausência torno-me eclipse.
6 comentários:
Não tenho dúvidas quanto a essa alma de poeta, os versos estão no blogue, saboreiam-se junto de nós.
Também tenho saudades do olhar atento, da análise certa, do saber e conhecimento, do humor presente, agora partilhado numa delícia de poema.
Gostei muito.
Bj.
p.s. acho que também estava lá... a poesia voa!
Adorei esses "lugares especiais" em que se foi transformando ao longo deste belissimo poema! Que a poetisa não se torne eclipse e continue a encantar-nos. Beijinhos! Pi
Olá... do eclipse à lua cheia é apenas um pequeno passo... são momentos... gostei de sentir esse lugar (mesmo) especial...
Adorei. É um perfeito eclipse. Aparece assim de repente, inspira-nos e puff, foi-se. Também acho que cabe perfeitamente no que há num nome.
Que lindo!
O amor como um lugar especial.
Gostei muito, muito, muito.
Um poema tão singelo, tão puro e tão belo, obrigada
Antonieta
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