sábado, 8 de novembro de 2014


O mal de escrever é que nos bastamos a nós próprios!

Estamos lá. Sentimos. Os outros percebem – no ou não.

Há um contexto, que depois se torna texto. Aí somos nós e a escrita. Bastamo –nos. No lápis e no papel, no correr das linhas, estamos ainda mais lá. Já misturámos o sentir, o ser, o desejar, em infinitas perspetivas. A mão faz o resto. O papel guarda- o eternamente.

Teresa Freitas 
Retirado daqui 


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